
Eu sequer olhei quanto tempo faz desde a última postagem nesse blog. Não sei nem aonde eu estava quando postei a última vez. Só sei que faz tempo e que as coisas mudaram, absurdamente.
Hoje, exatamente 16:25 dessa porra de tarde cinza, eu espero uma mensagem, um e-mail, qualquer porra que fosse, mas não vem.
Eu engulo tudo a seco. Aí, de tão seco, eu preciso chorar, pra que as lágrimas ajudem a aliviar um pouco a tensão. Olha bem pelo que eu estou passando agora...
Tudo que vai, volta.
Sim, está voltando e em dobro.
Uma coisa atrás da outra...a luz aparece no fim do túnel, mas o túnel continua longe...cada vez mais longe de acabar. Meu celular nem tem mais lanterna, pra ajudar. Não tem mais nada, só créditos semi-infinitos (semi junto ou semi separado?)pra ligar pra alguns telefones. Que são semi-atendidos, nem sempre funciona.
O pneu do carro dela furou, ela achou que foi azar, eu quis acreditar que foi sorte. Sorte porque chegamos até aqui, sem precisar parar no meio da rua. Duas, chorando no meio da rua, com o pneu do carro furado e uma garoa da porra...
Não é legal.
Se bem que ela não estaria chorando. Só eu.
E por quanto tempo mais?
AAh uma morridinha, só uma morridinha...